Glossário de Viagens Corporativas: Entenda os termos utilizados no turismo

Fazendo uma leitura dinâmica deste Glossário de viagens corporativas, você conseguirá compreender melhor outros conteúdos sobre viagens corporativas e seguramente vai se conectar com as técnicas descritas aqui no nosso Blog. 

A TMC Master possui uma parceira Global, a Reed & Mackay, com sede em Londres, e por este motivo, muitos termos que usamos na nossa gestão são palavras em inglês, difundidas nas melhores práticas Globais para gestão de Viagens Corporativas.

Glossário resumido da TMC Master para o segmento corporativo

TMC – Abreviação de nomenclatura em inglês, Travel Management Company, que são as empresas especializadas em Gestão de Viagens Corporativas.

POLÍTICA DE VIAGENS – Trata-se de um documento matriz que orienta, cita e explica todas as regras da empresa para as viagens corporativas.  Este documento é fundamental para que todos os envolvidos tenham alinhamento com o trabalho de gestão de viagens.  Trata-se de um documento feito para cada empresa (não existe replicar este documento visto que cada empresa funciona de uma maneira e possui sua cultura individualizada).  

OBT – Abreviação de nomenclatura em inglês, Online Booking Toll, que são sistemas implementados nas empresas criados para executar a Gestão das Viagens Corporativas.  Estes sistemas possuem configurações específicas para aplicar e controlar todas as regras que estão descritas na POLÍTICA DE VIAGENS.

SAVINGS – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa economia, entretanto citamos esta palavra para o resultado final das ações que geram “SAVINGS”.  Falamos bastante de SAVINGS da última linha, ocorre quando aplicamos todas as políticas, negociamos todos os fornecedores, geramos cultura corporativa e comportamentos que, quando somados, chegamos ao SAVINGS da ultima linha, que é o quanto a empresa economizou após aplicar as diversas técnicas de Gestão de Viagens profissionaliza na sua empresa.

ACCOUNT MANAGER – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa executivo de acompanhamento.  Trata-se de uma pessoa que é o responsável por evoluir e administrar o projeto de gestão de viagens corporativas da sua empresa, brincamos que é o braço direito e esquerdo dos TRAVEL MANAGERS.

TRAVEL MANAGER – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa Gestor de Viagens da empresa cliente, é sempre uma pessoa, que trabalha sozinha ou com um grupo de pessoas na empresa.  

Normalmente  é um Gestor(a) de Viagens, ou Aérea de Compras, ou Diretor, e em muitas vezes a Secretária.   Trata-se da pessoa responsável pela pasta de viagens corporativas da empresa, trabalha para administrar o budget.

BUDGET – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa orçamento.  Muitas empresas são administradas por orçamentos, e a pasta Viagens Corporativas possui valor estipulado, o Travel Manager deve administrar este Budget para conseguir ficar abaixo do que foi estipulado.

EXPENSE MANAGEMENT – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa Gestão de Gastos extras.  Muitas empresas administram somente passagens aéreas, hospedagens e locação de veículos. 

O Expense vai um pouco mais além, administra os gastos e pequenos gastos durante os deslocamentos dos passageiros, como; notas de almoço, recibos de happy hour com o cliente, o uso de um Uber ou Taxi, pedágios e etc… Os OBT´s principais possuem módulos adicionais específicos para administrar estes periféricos de forma automatizada e organizada, atendendo as políticas de reembolsos, adiantamentos e prestação de contas de cada empresa.  Tudo através de aplicativos desenvolvidos para tal finalidade.

ACCOUNT REVIEW – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa revisão do projeto do cliente.  Trata-se de uma das entregas do Account Manager para o Travel Manager, normalmente acontece de 6 em 6 meses através de uma reunião virtual e/ou presencial.  

Nesta oportunidade o Account Manager presta contas sobre todas as ações e evoluções já executadas no ambiente do cliente, analisam dados e aprofundam com debate aberto sobre prioridades.  

Através do nosso Power Bi (outras entrega) o Account e o Travel Manager fazem as definições das próximas ações, sempre visando SAVINGS na última linha.  Estas ações variam, desde o simples aprimoramento de uma determinada política até a conclusão que deve-se agir na educação corporativa de alguns indivíduos que persistem em não cumprir as regras. 

SAVING REPORT– Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa relatório de economia gerada, outra entrega. Do início do projeto até a data da apresentação, mensuramos todas as ações realizadas e as economias geradas, isso para prestar contas e deixar registrado o altíssimo valor agregado com o trabalho entregue.  

Feito também pelo Account Manager, e muitas vezes o Travel Manager revisa e complementa visto que possui a responsabilidade da pasta de viagens, apresentando assim números aos diretores, acionistas e estrutura de compliance que muitas empresas possuem.

SETUP – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa que é a configuração inicial no OBT, trata-se de uma carga de dados estruturais para que o sistema fique fidedigno ao seu organograma e a política de viagens.  Brincamos que isso é o esqueleto do projeto, os pilares de sustentação.  

Quando o SETUP é feito de forma displicente, seguramente não haverá fluidez no projeto de gestão de viagens, problemas vão aparecer.   Quando é feito com a máxima prudência e cuidados, com definição das empresas do grupo, os centros de custos, todas as unidades de débito, hierarquia dos usuários no sistema, aprovadores e vários outros pontos… Quando feito de forma profissional e perfeccionista, o projeto terá maior garantia de sucesso. 

PAY PER USE – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa a forma que a TMC Master cobra todas as possíveis entregas aos seus clientes.  Nossa proposta de serviços possui mais de 150 itens, diversas possibilidades de entregas e diversos canais de atendimento.  

Nossos clientes pagam pela forma de solicitar e o que desejam consumir de serviços.  Trata-se da forma mais democrática e justa para cobrar entregas disponíveis.   Nos dias de hoje, fazer a gestão de viagens corporativas é um trabalho que demanda tempo, pessoas e capital intelectual, portanto, o justo é cobrar pelas entregas demandadas como por exemplo;  Negociação de um tarifário de rede hoteleira numa determinada cidade ou, fazer a integração do OBT diretamente no ERP do cliente (automação) ou, usar nossa estrutura de atendimento emergencial 24 horas.  

Como dito, são mais de 150 tipos e formas serviços, diversos canais e muitas entregas possíveis.  Acreditamos que qualquer cliente deve pagar volume de consumo da nossa energia. 

FEE 1 – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master e por todo o mercado, significa a taxa de serviço que a TMC vai cobrar pelo serviço.  Vamos ao entendimento que está atrelado a explicação anterior.   

Existem vários tipos de fee, os mais conhecidos são:  TOUCH & NO TOUCH, ou OFF LINE & ON LINE.  Traduzindo ao pé da letra;  CONTATO & SEM CONTATO, ou MANUAL & DE FORMA ELETRÔNICA.  E o que isso significa na precificação de fee?  Significa que, se você ligar no call center de atendimento, falar com um consultor para pedir um serviço para o executivo, concorda que está falando com um profissional para resolver as suas demandas?  

Então, desta forma o custo do atendimento é maior, existem pessoas disponíveis para executar o seu atendimento (você paga opcionalmente).  Agora se você entrar num OBT, escolher o voo e o hotel e emitir as confirmações, concorda que você fez o “trabalho” usando uma ferramenta Online?   Este FEE deve ser mais barato que o fee Off-Line.  O mesmo posicionamento que o PAY PER USE, entendeu agora?

FEE 2– Merece a versão 2 porque existe um posicionamento aos Travel Managers e deve ficar bem claro.Os que fazem processos de contratação de uma TMC, normalmente liderado pelo Travel Manager ou área de compras.  Se você fizer uma pesquisa de mercado, irá encontrar TMC´s com fee super variados, alguns altíssimos, fees médios e empresas com fees de, acredite, R$0,01 (um centavo) e ZERO.   

Pois bem, vamos a primeira reflexão.  Não existe trabalho grátis, de alguma forma existe uma remuneração à TMC e na grande maioria das vezes não está às claras do cliente.  Famoso barato que sai caro. A segunda reflexão é, você vai receber exatamente aquilo que está disposto a investir.   Estudos e dados mostram que o fee das TMC´s não chegam a 2% do valor total pago no custo viagens corporativas.  

Vamos a terceira e última reflexão simplista; é melhor focar no suposto SAVING de fee, que representa 2% do seu custo ou ter um serviço de qualidade que vai focar nos outros 98% ainda sem tratativas adequadas?   O parâmetro para a contratação de uma TMC deveria ser os casos de sucesso de clientes.  

A TMC Master é muito bem posicionada, temos a impetuosidade de; se a sua empresa vai decidir pelo pelo prestador de serviços levando em consideração o fee mais baixo possível no mercado este é o parâmetro decisório da sua contratação.   

Basta indicar isso à TMC Master que enviaremos uma lista com 5 empresas que praticam fees ordinários no mercado.  Desta forma não gastamos tempo e respeitamos o seu processo ajudando com o melhor direcionamento.    Não queremos ser a maior TMC, nosso trabalho é ser a Melhor TMC com os melhores índices de Savings entregues na última linha, nosso trabalho é focado nos 98%.

 

POWER BI–  É produto da Microsoft que possui gráficos dinâmicos e dashboards analíticos de Gestão.  No segmento de Viagens Corporativas, quando se fala de Power Bi, significa aos relatórios em tempo real. Notamos que existem muitas TMC´s no mercado que falam que possuem Power Bi, mas que no final é um relatório extraído para o Excel com gráficos pobres.  

Você que é um travel manager esperto, muita atenção, cuidado para não receber coelho por lebre.  O Power Bi possui a fonte de dados do ERP da TMC, onde vários canais de compras (online, off line, OBT, App) estão integrados.  

Estes relatórios possuem um dinamismo de análise de dados em tempo real, além disso, os dashboards possuem KPI´s para indicar comportamentos, evoluções, médias, e centenas de dados primordiais para a melhor Gestão de Viagens Corporativas, sem hipótese nenhuma de ter sido manipulado ou trabalhado por algum humano.  É a forma mais transparente e ágil para gerir.

KPI´s – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master, significa Key Performance Indicator, traduzindo; Indicadores Chave de Performance.   Quando falamos de Gestão de Viagens, temos vários KPI´s que devemos entregar para os Travel Managers. É fundamental para eles façam a gestão, sem isso ficará míope.  Citamos alguns KPI´s que a TMC Master utiliza: 

  •  ATP – Average Ticket Price – Preço médio do bilhete aéreo  (nacional e inter)
  • ADR – Average Daily Rate – Preço médio da diária(hotel e auto)
  • SLA – Tempo de resposta de atendimento e solução de chamados
  •  Índice de remarcação
  • Índice de reembolsos
  • Índice de aderência à política de viagem
  • Índice de antecedência de compra
  • Rotas mais utilizadas
  • SAVINGs –  Economia

Temos mais de 30 dashboards construídos no Power Bi com visões analíticas de Gestão que fornecem mais de 200 KPI´s analíticos que entendemos como essenciais.

REPORTING SERVICE– É outro produto da Microsoft que possui diversas funcionalidades automáticas, uma delas que é muito utilizada é a extração automática de relatórios e envio sem intervenção humana.  Caso sua área financeira precise de um relatório toda segunda feira às 06h00 a.m. com todos os dados do que foi consumido na semana anterior na TMC Master, isso é possível com o Reporting Service Microsoft.  Isso é só um exemplo prático das diversas funcionalidades possíveis.

FATURAMENTO ELETRÔNICO – Existem alguns tipos de faturamento dos serviços consumidos.  Hoje, mais de 90% dos clientes da TMC Master usam o Faturamento Eletrônico.  Trata-se de um método que transmite aos bancos eletronicamente o que foi consumido no mês e o banco cobra da empresa cliente.  A emissão da fatura única no mês chega devidamente conciliada.  Esta forma é a mais atual, barata e segura.

FATURAMENTO MANUAL – Poucos clientes optam por faturamento dos serviços consumidos neste formato, entretanto está disponível.   O prazo é de 7 + 7 dias, ou seja, no máximo 14 dias de prazo e é faturado 100% de forma manual.  Com isso, existe um % adicional somado a fatura por ter sido executado pela equipe financeira.

GDS – Nomenclatura em inglês muito utilizada na TMC Master e por todo o mercado, significa Global Distribution System, traduzindo, Sistema Global de distribuição.  Trata-se de sistemas que fornecem acesso a diversos fornecedores mundiais na indústria do turismo, os mais famosos são: Sabre, TravelPort Galileo, Amadeus, WorldSpan, Pegasus, Abacus e Apollo.

DMC – Abreviação de nomenclatura em inglês, Destination Management Company, que são as empresas especializadas na operação turística de um determinado destino ou região no globo terrestre, atende apenas empresas de turismo e não possuem relacionamento com o cliente final.

Existem vários outros termos ligados ao segmento corporativo, aos poucos vamos inserindo neste arquivo. 

Glossário de viagens corporativas

 

Glossário geral do Turismo

Separamos vários termos da indústria do turismo para construir fluidez e melhor entendimento.  Colocamos em ordem alfabética.

A compartir – Termo utilizado para indicar que um passageiro viaja sozinho e estará compartilhando o quarto com outro passageiro.

ABAV – Sigla para a Associação Brasileira das Agências de Viagens, ABAV. Há uma entidade nacional mãe e várias outras ABAVs regionais como; Abav-SP ou Abav-RJ, Abav-MG…

Accompanied Baggage – Bagagem transportada na mesma aeronave que pax, podendo ser arrolada (quando transportada no compartimento de carga da aeronave, estando sob responsabilidade da Cia aérea) e não arrolada (quando transportada pelo pax na cabine da aeronave, ficando sob responsabilidade do próprio).

ADT – Passageiro Adulto

Air Show – Nome das informações sobre o vôo que aparecem na tela de vídeo do avião, como por exemplo, à distância e duração.

Air traffic controller – Controlador de tráfego aéreo. Pessoa da torre de controle de um aeroporto encarregada de monitorar e direcionar os pousos e decolagens das aeronaves.

Airpass – Passe aéreo vendido pelas companhias para vôos regionais no exterior. Pode ser comprado nas agências de viagens do país com tarifas especiais (mais baratas) para estrangeiros.

Aisle Seat – Assento situado no corredor dentro de um avião.

Alfabeto da aviação – Conjunto de palavras utilizadas para informar, sem erros, letras que compõem, por exemplo, um código de reserva.  Ex.: BBFRT4  (Bravo, Bravo, Fox, Romeu, Tango, Quatro)

Alfândega – Departamento da Receita Federal encarregado de vistoriar bagagens e mercadorias em trânsito.

ALI (Additional Liability Protection) – Ou seguro para terceiros, no caso de locação de veículos, dá proteção adicional contra danos pessoais e materiais causados a terceiros.

All inclusive – Determina, normalmente em hotéis, o sistema no qual todas as despesas (como refeições, bebidas alcoólicas e até gorjetas) estão incluídas no valor da diária paga pelo hóspede.

All suítes – Hotel que só tem suítes, ou seja, quartos em que há sempre banheiro privativo e anti-sala.

Allotment – Bloqueio efetuado por uma agência de assentos em aeronaves, cabines num navio, unidades habitacionais num hotel para venda.

Alta temporada – É a época de maior demanda para viagens: férias de verão e de inverno e festas de final de ano.

American breakfast – Café da manhã tipo buffet que inclui ovos, bacon, variedades de frios, pães, doces, cereais, sucos de frutas, iogurtes e pratos quentes. Geralmente é servido nos hotéis de luxo e luxo superior.

ARC – Airlines Reporting Corporation – Empresa autônoma criada pelas empresas aéreas domésticas dos EUA. Credencia agências de viagens para a venda de bilhetes e supervisiona detalhes financeiros no envio de pagamentos às companhias aéreas e também o desembolso de comissões às agências de viagens.

Areasettlementplan – Sistema administrado pela ARC/BSP/IATA em base regional, para controlar o processamento de bilhetes aéreos, pagamentos e o desembolso de comissões aos agentes de viagens. Também designado como Bank Settlement Plan (BSP), mais conhecido assim no Brasil.

Arrival – Chegada (destino).

Arunk – Abreviatura do inglês “Arrival Unknown” que significa “chegada desconhecida”; é usado quando o passageiro tem uma data de saída de um destino, sem que no mesmo bilhete aéreo conste a data em que chegou àquele mesmo destino.

Asap – as soon as possible – Abreviatura de o mais breve possível.

AVA – (Associação das Vítimas de Atrasos Aéreos) – Entidade que atende problemas envolvendo passageiros e empresas aéreas, como atrasos de vôos, desvio ou perda de bagagem, etc. Tem departamento jurídico.

Baggage Claim – Area de um aeroporto ou de outro terminal onde os passageiros retiram sua bagagem.

Ballroom – Salão de baile, festas, eventos, congressos.

Bed & Breakfast – Normalmente é usado para identificar hospedagem econômica com cama e café da manhã.

Bell boy – Mensageiro; termo, associado principalmente aos hotéis

Bereavement fare – A menor tarifa aérea oferecida às pessoas que viajam por motivo de morte ou doença grave na família.

Bilhete Conjugado – Bilhete complementar utilizado para cobrir trecho do roteiro.

Bita – Acordo bilateral de tráfego entre companhias aéreas.

Blackout periods – Datas específicas nas quais não há disponibilidade de certos bilhetes ou tarifas, como por exemplo, os gratuitos ou promocionais. Essas datas geralmente coincidem com feriados ou períodos de alta estação.

Block Off – Bloqueio de determinado número de assentos, em vôos regulares, para uso exclusivo.

Bloqueio/Allotment – Número de assentos, em Cia Aérea, ou apartamentos, em hotéis, reservados para utilização por parte da operadora, desde que reportados dentro de um prazo determinado antecipadamente, de comum acordo entre estas empresas.

Boarding Pass – Cartão de embarque fornecido pela companhia aérea.

Brazilian Breakfast – Café da manhã servido no Brasil incluindo produtos genuinamente nacionais como suco de acerola, aipim, doce de abóbora, bolo de fubá etc.

Breakfast – Café da manhã.

Brunch – Café da manhã reforçado, que inclui pratos quentes e começa a ser servido em geral a partir das 11h00.

Budget – Tipo de hotel econômico encontrado no exterior.

Bumping – Prática de não permitir o embarque do passageiro no vôo confirmado, devido a Overbooking ou em favor de outros passageiros com maior prioridade.

Business Class – Chamada também de classe executiva e fica entre a econômica e a primeira classe.

Business travel – Viagem de negócio

By Night – É o passeio noturno, que geralmente inclui ingresso a casas de shows ou visita a pontos turísticos.

Cabana/challet – Apartamento em separado do corpo principal do hotel

Cabine – Acomodação em navio, que pode ser interna (sem escotilhas ou janelas) ou externa (com escotilhas ou terraços).

Café continental – Café básico, com pães ou torradas e leite.

Carry On – Bagagem de mão permitida a bordo de aviões, com peso máximo de cinco quilos por passageiro. A soma do comprimento, altura e largura têm limite de 115 centímetros.

Cash – Pagamento a vista em dinheiro.

CDW (Collision Damage Waiver) – Termos utilizado em locação de veículo é o seguro do carro contra roubo, furto, colisão ou incêndio, sem pagamento franquia

Charter – Vôo fretado, com saída única e pré-determinada, mais barato que o regular, mas também com várias limitações. O pax não pode, por exemplo, remarcar datas da viagem ou ter o bilhete endossado por outra Cia..

CHD – Abreviação de child (criança). Normalmente usado para identificar passageiros entre 2 e 11 anos.

Check in express – Atendimento de check in para pessoas que viajam sem bagagem e não tem mala para despachar.

Checkroom – Verificação do apartamento (frigobar) realizada pelo hotel no ato do check out.

Check-in – Procedimento de embarque em um vôo ou na entrada de um hotel.

Check-Out – Procedimento de saída em hotel.

City ticket office –  Loja de vendas e emissão de passagens localizada fora do aeroporto.

City tour – Passeio turístico pelos principais pontos de uma cidade.

Code-sharing – É o vôo compartilhado, entre duas ou mais companhias aéreas. Pelo acordo, passageiros que adquiriram passagem aérea de uma determinada empresa, podem embarcar no vôo de outra. Uma Companhia sede assentos para a outra conveniada acomodar seus passageiros.

Coffee Break – Lanche rápido oferecido no intervalo dos eventos.

Collect Call – Ligação telefônica a cobrar no lugar de residência do passageiro

Commuter – Identifica as empresas aéreas que normalmente voam trechos curtos dentro de uma mesma região.

Concierge – No hotel, a conciergerie, normalmente está localizada ao lado da recepção e presta serviços de informações sobre assuntos diversos (passeios, gastronomia, transporte, etc.), que não se refiram à hospedagem.

Conexão – Termo associado principalmente aos vôos; designa a necessidade de troca de aeronave em um determinado aeroporto para o prosseguimento da viagem até o destino final.

Continental breakfast – É o café da manhã mais simples, incluindo apenas café com leite, pão, manteiga, geléia e um suco de laranja. Eventualmente uma fruta em países onde é costume.

Convention bureau – Autarquias responsáveis pelo fornecimento de informações turísticas aos visitantes; também atuam na captação de eventos que são organizados nas cidades

CRS – Do inglês “Computerized Reservations System” (sistema computadorizado de reserva). Utilizado principalmente pelas agências de viagens e sites de turismo, permite consultar e fazer reservas em companhias aéreas do mundo todo, além de hotéis pertencentes a grandes redes e locadoras de veículos. Foram criados para automatizar o processo de emissão manual de bilhetes aéreos. Os maiores CRS do mundo são, em ordem alfabética, Amadeus, Galileo, Sabre a Worldspan.

CSL – Abreviatura usada para acomodação de casal na hotelaria.

Data porta – Instalação oferecida nos apartamentos dos hotéis com entrada para laptop.

Day rate – Percentual de diária cobrado dos hóspedes que ficam no hotel após ter-se encerrado a diária. Comumente o valor é correspondente a 50% da diária.

Day use – Utilização durante o dia. Termo utilizado principalmente para hotelaria, referindo-se a utilização de um quarto/apartamento apenas durante o dia e não para passar a noite. É comum em escalas entre vôos cujo intervalo é de muitas horas

DeadLine / Prazo Final – Prazo para confirmação e/ou pagamento de serviços contratados.

Deat – Delegacia especializada em atendimento ao turista, também conhecida como Deatur.

Deck – Termos utilizado basicamente para navios, referindo-se aos andares. É comum também a utilização do termo “ponte”

Departure – Origem, embarque

Deposit Reservation – Depósito correspondente a uma diária que garante a reserva. Caso o hóspede não compareça perde o direito à restituição.

Detax – Reembolso dos impostos locais em compras no exterior. Deve ser pedido na hora do embarque de volta para o Brasil, no balcão do aeroporto, apresentando-se notas fiscais.

Diária – Utilizado principalmente para designar um período pelo qual está sendo feita a reserva ou pagamento. Há variações: em muitos hotéis, por exemplo, as diárias começam e terminam ao meio dia; em outros às 14 horas.

Dólar-turismo – Cotação usada para cálculo de preços da parte terrestre de um pacote turístico, e para compra de moeda pelo turista.

Double (DBL) – Apartamento para duas pessoas.

Double decker – Ônibus com 2 andares, utilizado em algumas cidades como transporte público em outras para excursões locais.

Downgrade – É quando um passageiro passa, por exemplo, de uma classe superior num avião para uma classe inferior. É um rebaixamento de classe, que acarreta na devolução da diferença paga. Normalmente, acontece devido ao overbooking.

Drop-off charge – Taxa cobrada por uma locadora de automóveis quando um veículo alugado é deixado em outro local que não o de sua locação.

Duty Free – Isento de taxa de importação. Aplicado a mercadorias adquiridas nas lojas dos aeroportos e dos navios.

Duty-free shop – Lojas onde não é cobrado o imposto governamental e, portanto, os produtos importados são mais baratos.

Early Check in – É a entrada do hóspede num meio de hospedagem antes do horário pré-estabelecido. Tal fenômeno tem lugar em virtude do horário de chegada dos vôos, sobretudo os internacionais.

Endorsement (ND) – Característica de bilhete aéreo que permite ao passageiro voar o mesmo trecho em outra Cia aérea.

English Breakfast – Café completo, com sucos, cereais, ovos, frutas, etc.

Escala – Parada intermediária entre origem e destino sem troca de equipamento.

ETA (Estimated Time Arrival) – Horário previsto nos manuais aéreos de chegada de um determinado vôo.

ETD (Estimated Time Departure) – Horário previsto nos manuais aéreos de saída de um determinado vôo.

E-ticket – Abreviatura de “eletronic ticket”. Dispositivo que começa a ser utilizado pelas empresas aéreas em substituição à passagem aérea emitida em papel. O viajante informa um código recebido previamente, apresenta uma identificação e recebe o cartão de embarque

Eurail Pass – Bilhete com tarifa especial de trem que dá direito a viagens ilimitadas por vários países da Europa por um determinado número de dias ou semana.

Exchange (câmbio) – Operação de conversão de valores expressos em moeda de um país pelo equivalente em moeda do outro.

Fair – Tarifa de passagem.

Famtour – Viagem de familiarização.

Pensão Completa – Diária de hotel que inclui três refeições (café da manhã, almoço e jantar – normalmente sem bebidas).

Fit – Passageiros que viajam individualmente. Normalmente os hotéis têm tarifas FIT que são mais caras do que as tarifas de grupo.

Fitness Center/Health Club – Na hotelaria, é um complexo que pode agrupar vários serviços: sala de ginástica, sauna, massagem, piscina, salão de beleza.

Fly-drive package – Pacote que inclui bilhete aéreo, aluguel de carro e hospedagem.

Folder – Folheto turístico.

Forfait – É o serviço que chamamos em nosso site de “viagem sob medida”, um roteiro de viagem feito para atender a necessidade específica do passageiro. O sinônimo é “taylor made” ou feito sob medida.

Fretamento/Charter – Vôo realizado em uma aeronave fretada, com tarifas mais econômicas que as praticadas no mercado e com regras pré-estabelecidas quanto à duração, data de saída/regresso e destino, entre outras.

Full board (fap) – Pensão completa nos meios de hospedagem ou durante excursões: estão incluídos o café da manhã, o almoço e o jantar.

Full fare – Tarifa cheia, ou seja, tarifa sobre a qual não incide nenhum desconto. Num hotel seria a tarifa balcão. Numa companhia aérea, a tarifa Y, ou seja, econômica plena.

Galley – Seção da aeronave onde são preparadas as refeições que vão ser servidas aos passageiros.

Gate – Portão de embarque

GDS – Sistema global de distribuição (Global Distribution System). Sistema computadorizado de reservas, de propriedade de companhias aéreas de diversos países e que possui também cadastros de reservas de fornecedores.

Go Show – Embarque através da lista de espera.

Greenwich mean time – Horário de Greenwich. Horário solar em Greenwich – Inglaterra, utilizado como horário padrão em todo o mundo. Recebe também a denominação de Greenwich Time.

Ground Services – Serviços referentes à parte terrestre de uma viagem tais como: excursões, traslados e visitas.

Guia Turístico – manual de informações turísticas.

Gym – Ginásio, ou workout room, que é a sala de malhação.

Half board(map) – Meia pensão, ou seja, café da manhã, mais almoço ou jantar.

Hall/Lobby – Saguão. Área de entrada e de estar do hotel.

Hand Luggage – Bagagem de mão que o passageiro pode transportar dentro da aeronave e que tem suas dimensões regulamentadas pelas companhias aéreas.

Happy Hour – Horário compreendido entre 17h até 20h. Destinado a um “drink” e conversas informais.

Health Club – Similar a fitness center indica uma área, normalmente em hotéis, que oferece serviços como massagem, sauna, relaxamento, ginástica e condicionamento físico.

Home exchange – Pessoas que permutam suas residências em diferentes cidades ou países, como estratégia para reduzir os custos de suas viagens de férias.

IATA – Sigla da International Air Transport Association, entidade que reúne empresas aéreas no mundo todo.

Incentive travel – Segmento do turismo que oferece viagens a funcionários de uma empresa que tiverem atingido metas econômicas previamente estabelecidas.

INF – Abreviação de “infantil”, normalmente associada à criança de 0 a 1 ano.

Information Desk – Posto de informações turísticas.

Interline connection – Conexão entre voos de companhias aéreas diferentes.

Invoice – Documento contábil que detalha os serviços a serem prestados ou já efetuados, solicitando pagamento.

ISIS – Assistência médica e hospitalar válida no mundo inteiro com exceção do país onde foi emitida.

Jet Lag – Estresse físico e psicológico que um passageiro sente devido a mudanças de fusos horários e a viagem mais longa. Desajuste do relógio biológico.

Jet Stream – Ventos que podem aumentar ou retardar a velocidade de um vôo dependendo de sua direção.

King size bed – Cama de casal do tamanho de três camas de solteiro. O padrão americano é 2m por 2m.

Kosher – Refeição ou alimentos preparados sob a supervisão de um rabino de acordo com as normas do judaísmo.

Landing – Aterrissagem.

Landing-card – Cartão de permanência em países estrangeiros.

Last Call – última chamada para embarque.

Late check out – Saída do hóspede depois do horário previsto.

Late Check-in – Significa entrar após o horário definido como prazo para garantir a reserva.

Ldw (loss damage waiver) – Ou Seguro Total sem Franquia, para o caso de locação de veículo.

Life boat – Bote/barco salva-vidas

Lift – Teleférico, meio de elevação. As chairlifts são cadeirinhas individuais que levam esquiadores ao topo das montanhas.

Lista de Espera (Waiting List) – Relação de passageiros excedentes aguardando lugar.

Loc – Código que permite localizar a situação do pax na Cia aérea (alfanumérico).

Lodging House/ Youth Hostel – Albergue.

Lounge – No exterior, é o que chamamos de sala vip nos aeroportos brasileiros. Nos hotéis pode ser sala de estar e bar.

Maleiro/Mensageiro – Encarregado das malas no hotel.

MAP – Meia-pensão (café da manhã mais uma refeição).

MCO – Miscellaneous Charge Order – Documento expedido por uma companhia aérea para o passageiro cobrir despesas de excesso de bagagem ou ainda compra de bilhetes.

MCT – Minimum Connecting Time – Tempo mínimo de conexão para trocar de aeronave em um aeroporto.

Milhagem – Sistema utilizado pelas companhias aéreas para premiar os passageiros mais frequentes.

NCO – Crédito que a Cia. Aérea dá ao pax em função do cancelamento de uma viagem.

No show – É o passageiro que não se apresenta para embarcar no vôo em que tem reserva ou ainda não compareceu no hotel na data aprazada de sua reserva.

Non stop – Vôo sem nenhuma parada, nem mesmo escala técnica.

Not Endorsable – Expressão restritiva que se coloca em bilhetes aéreos para demonstrar que o passageiro não pode recorrer aos serviços de outra companhia aérea com aquele tipo de bilhete: não endossável.

OnRequest (RQ) – Indica trecho de vôo reservado, mas não confirmado.

On-time – No horário

One-Way-Ticket – Bilhete para um único trecho (ida e volta).

OP – Autorização para emissão de passagem em outro local, normalmente nos aeroportos. É utilizado principalmente em viagens de última hora

Open jaw – Viagem de ida e volta com ponto de partida e de retorno diferentes.

Open Ticket  – Bilhete aéreo onde não estão especificados números de vôos ou datas de ida e volta, fazendo com que o portador do bilhete deva fazer as reservas caso queira viajar.

Operadora – Empresa responsável pela montagem dos pacotes turísticos

Outlet – Ponta de fábrica. Lojas que vendem a “preço de fábrica”. Também são chamadas de Factory outlet e outlet mall.

Overbooking – Comercialização de bilhetes aéreos ou apartamentos em número acima dos disponíveis para ocupação.

Override Commission – Porcentagem adicional de comissão paga quando é alcançado certo volume de vendas.

Pacote – Preço final de uma viagem que inclui hotel, avião, passeios e traslados.

PAI (Personal Accident Insurance) – Ou Seguro Pessoal cobre as despesas médicas dos ocupantes do carro alugado em caso de acidente

Pax – Abreviação de passageiro.

Pensão completa – Sistema de hospedagem que inclui todas as refeições

Person to person – A ligação telefônica só é efetuada se atender a pessoa solicitada.

Piece Concept – Sistema de bagagem para a Europa, Estados Unidos, Canadá, Austrália, por exemplo, onde o passageiro tem direito a duas malas com trinta e dois quilos cada.

Pitch – O espaço entre as poltronas de um avião.

PNR – Do inglês “Passenger Number Reservation”; trata-se do resumo de uma reserva de passagem aérea

Ponto a ponto – Tarifa promocional para o exterior, em que o passageiro tem restrições. As datas são previamente marcadas (cobra-se multa ao alterá-las) e há tempo estipulado para ficar no destino.

Pool – Exploração conjunta de um determinado serviço.

Private fair – Tarifa privativa, normalmente disponível apenas para grandes empresas

Protect bag – Proteção de Bagagem

PTA – De Prepaid Ticket Advice. Aviso de passagem pré-pago. O pagamento é feito a distância e o passageiro retira o bilhete no aeroporto, apresentando um documento.

Quádruplo (QDP) – Apartamentos para quatro pessoas.

Quality Assurance – Em operações terrestres o processo de verificação de itinerário ou outras reserva para garantir o padrão de qualidade dos serviços.

Queen size bed – Cama de casal pequena (de viúvo). O padrão americano é 2m por 1,20m.

Rack rate – Tarifa balcão. Aplicada para hóspedes que não tem reserva e se apresentam no hotel.

Receptivo – É a agência credenciada pela empresa operadora da viagem para receber os passageiros nos destinos e realizar os passeios e serviços incluídos na programação.

Rent – Termo que designa aluguel.

Room Service – Serviço de quarto solicitado a copa do hotel.

Rooming List – Relação de nomes de passageiros, divididos de acordo com os hotéis e acomodações a serem utilizados.

Roteiro cartográfico – Trajeto a ser seguido durante uma excursão rodoviária ou um city-tour.

Seguro-viagem – Seguro vendido no Brasil para cobertura de eventuais emergências (médicas, jurídicas) No exterior.

Single (SGL) – Apartamento para uma pessoa.

Ski-In/Out – Diz-se de hotel de montanha onde o hóspede pode sair/chegar esquiando. Trilha de esqui que liga o hotel diretamente às pistas regulares.

Stand by – Situação do passageiro que aguarda resposta sobre algum serviço solicitado (confirmação de passagem aérea, viagem, hotel, trem, etc.).

Standard (STD) – Categoria de apartamento padrão na hotelaria.

Status – Situação de reserva.

Sticker – Trata-se de um adesivo especial emitido pela Cia aérea, destinado a marcar ou alterar uma reserva em bilhete já emitido. Só tem validade quando protocolado pela própria Cia.

Suíte – Categoria de apartamento na hotelaria, que inclui: sala, banheiro e quarto.

Surface – Trecho rodoviário percorrido pelo passageiro.

Take Off – Decolagem.

Tarifa-balcão – Preço original sem a utilização de desconto em hotéis.

Tax – Taxa (imposto devido sobre qualquer serviço turístico).

Ticket (TKT) – Bilhete de passagem.

Toll Free – Chamada telefônica gratuita.

Tour conductor – Guia turístico

Tour guide – Guia turístico

Trade – Conjunto de órgãos e associados ligados a atividade turística.

Transfer – É o transporte entre o local de chegada do passageiro e o hotel ou ainda entre o hotel e o local onde estiver acontecendo um evento ou vice-versa. Fala-se em TRANSFER IN quando da chegada e TRANSFER OUT no momento da saída. Em português, TRASLADO ou TRANSLADO.

Traveller’s check – Cheque de viagem que pode ser comprado em qualquer casa de câmbio do país, mediante apresentação de passaporte e passagem aérea. É aceito na maioria das lojas, hotéis e restaurantes do mundo.

Trip – Viagem

Triplo (TPL) – Categoria de apartamento na hotelaria que acomoda três pessoas.

Uma perna – Apenas um trecho de uma viagem e não uma ida e volta. Exemplo: São Paulo – Rio de Janeiro

Upgrade – Transferência de uma classe para outra superior sem pagamento de taxa adicional. Melhoria na acomodação, uma cortesia, como passar da classe econômica para a executiva. Serviço oferecido como “cortesia”, por hotéis, navios, Cia. Aéreas, onde o passageiro usufrui um serviço superior ao que foi adquirido.

Valet – Mordomo que atende andares executivos (hotelaria). Funcionário que atende os quartos.

Valet Parking – Estacionamento com manobrista.

VIP – Passageiro com atendimento diferenciado ou sala de espera especial em aeroportos;

Visto (Visa) – Autorização fornecida pela embaixada ou consulado para a entrada e permanência no país.

Void – Termo usado para invalidar espaços não utilizados em bilhete aéreo.

Vôo Regular – Vôos operados regularmente pelas Cia aéreas.

Voucher – Ordem de serviço turístico emitido pela agência operadora ou sua representante legal. Comprovante de reserva e pagamento antecipado de passagem, estadia ou aluguel de veículo. É o documento entregue ao passageiro com todas as especificações dos serviços turísticos adquiridos. Ele pressupõe a confirmação dos serviços discriminados. É necessário fazer a apresentação dele para que a prestação do serviço seja feita.

 Esperamos que nosso glossário de viagens corporativas tenha te ajudado à entender mais sobre  o mundo do turismo e das viagens corporativas. Achou interessante? Deixe seu comentário e compartilhe esse conteúdo com os amigos e entusiastas do turismo!

 

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